Zagueiro Joseph revela o que o trouxe de volta ao Operário
Joseph, 31, volta ao Operário após passagem pelo Iraque. Diz que primeira passagem (2024-25) "não foi suficiente". Retorno motivado por família e ambição de conquistar grandes objetivos com o clube em 2026.
O zagueiro Joseph foi apresentado, nesta sexta-feira (24), no Estádio Germano Krüger. O defensor de 31 anos retorna ao Operário após breve passagem pelo Zakho SC, do Iraque. Embora tenha se consolidado como peça-chave do setor defensivo do Fantasma entre 2024 e 2025, Joseph crê que pode fazer mais: “Acredito que não foi o suficiente”.
Por que voltar?
Joseph pontuou que o retorno à Vila Oficinas foi influenciado por dois principais motivos: o bem-estar da família e o ímpeto de alcançar grandes objetivos com o clube. “O que fez eu voltar foi me sentir realmente em casa aqui. Fui bem na minha primeira passagem, mas acredito que não foi o suficiente. Quero continuar escrevendo minha história aqui, quero conquistar coisas grandiosas”, declara.
Competitividade na zaga
O defensor descreveu como ‘gratificante’ a oportunidade de competir internamente com zagueiros como Cuenú, Miranda, Klaus e Charles. “Vai ser gratificante estar trabalhando com atletas de alto nível como esses. Vou me dedicar, trabalhar, desempenhar o máximo possível para que eu esteja apto a jogar”, diz.
Ele relembra, também, que o responsável por acompanhar e orientar o grupo, além de definir as escalações, é o técnico Luizinho Lopes. “Isso é uma decisão do professor, a gente está ali para cumprir nossas funções no dia a dia. Se ele precisar da minha ajuda, vou estar disponível para fazer o meu melhor”, afirma.
Aprendizados no Iraque
Após cerca de 10 meses de experiência no Iraque, Joseph considera que o futebol brasileiro é mais intenso. “A gente tem um futebol mais pegado, lá não tanto. Um ponto forte meu é a agressividade, lá eu não podia usar muito isso ao meu favor”, explica.
O zagueiro destaca, contudo, que esse contraste também pode ser visto como benéfico. “Foi bom para eu poder botar um pouco a cabeça no lugar em determinados momentos do jogo”, considera.
Foto: André Jonsson/OFEC