Polícia prende suspeito de coordenar assassinato de empresário de PG; veja onde ele foi encontrado
PCPR prende em Alagoas suspeito de coordenar assassinato de empresário ocorrido em Ponta Grossa em 2022.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu Paulo Santos da Silva, conhecido como Pastor Paulo, apontado como coordenador do assassinato do empresário José Claiton Leal Machado, ocorrido em 19 de abril de 2022, em Ponta Grossa. A prisão aconteceu na noite desta sexta-feira (18), durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-101, em São Miguel dos Campos (AL).
"As investigações conduzidas pela PCPR apontaram Paulo Santos da Silva como responsável por atuar na coordenação do homicídio. As investigações apontaram que o homicídio teve como mandante o empresário Oséias Gomes de Morais.", explica o delegado Luis Gustavo Timossi.
À imprensa, quando da denúncia do Ministério Público, o advogado Claudio Dalledone, que atua na defesa de Oséias, alegou que o denunciado "nega, de forma categórica, qualquer participação, mando, financiamento ou envolvimento no crime que vitimou José Claiton Leal Machado". A defesa diz ainda que "trata-se de uma perseguição contra o empresário." O Fornazari.com tenta identificar os representantes de Pastor Paulo. O espaço segue aberto.
Prisão do Pastor Paulo
A prisão ocorreu durante um bloqueio da PRF na BR-101, no município de São Miguel dos Campos, em Alagoas. Durante a abordagem, Paulo apresentou um documento falso e, por esse motivo, também foi autuado em flagrante pelo crime relacionado à documentação.
Segundo o delegado Luis Gustavo Timossi, a localização do investigado foi resultado de um trabalho contínuo de monitoramento realizado pela Polícia Civil de Ponta Grossa. Equipes fizeram diversas diligências para localizar o homem, que estava foragido.
Uma tentativa anterior de prisão havia sido realizada em 12 de agosto de 2026. Na ocasião, equipes da PCPR, em conjunto com a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP), estiveram em uma cobertura de propriedade do investigado, localizada em Praia Grande, no litoral paulista.
A prisão em Alagoas foi possível, ainda segundo a PCPR, a partir da troca de informações entre as polícias civis do Paraná, São Paulo, Bahia e Alagoas, além da Polícia Rodoviária Federal.
Paulo Santos da Silva já havia sido indiciado e pronunciado pelo homicídio. Após a prisão, ele permanece à disposição do Poder Judiciário para o prosseguimento das medidas cabíveis.