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Operário negocia venda de Naming Rights do novo Germano Krüger

Álvaro Góes, presidente do Grupo Gestor do Operário, defende o apoio de empresas locais na reforma do Germano Krüger. Ele cita venda de cadeiras, camarotes e vê o aumento do público como desafio.

Operário negocia venda de Naming Rights do novo Germano Krüger
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Com a expansão do Estádio Germano Krüger, as negociações do Operário com o setor empresarial se intensificam. Ao Fornazari.com, no 'Fantasma Day', o presidente do Grupo Gestor do Operário, Álvaro Góes, destacou que patrocinadores, sobretudo empresas de Ponta Grossa, podem se envolver com a nova fase do Operário: “Era importante que uma empresa da nossa cidade encampasse o Germano Krüger”.

Possíveis patrocínios

Álvaro crê que o Setor 1 é o mais relevante para ‘dar a largada’ na reforma. “Para que nós também possamos depois vender as cadeiras que vão estar lá, vender os camarotes, arrumar alguns patrocinadores que encampem o Operário”, pontua.

O presidente reforçou que a presença e o apoio de empresas locais é essencial. “Eu venho falando, ‘trocando ideia’, com o Sicredi. Era importante que uma empresa da nossa cidade encampasse o Germano Krüger. Vamos ver se isso a gente vai conseguir, acho que nós temos uma boa tratativa”, considera.

No que diz respeito ao naming rights, ou concessão do nome do estádio, Álvaro informou que não há acordos definidos. A comercialização do nome de um estádio, arena ou espaço público é uma prática comum entre clubes e empresas. O Morumbis (São Paulo), a Arena MRV (Atlético-MG) e a Neo Química Arena (Corinthians) são alguns exemplos consolidados no futebol brasileiro.

Público precisa ser maior

Segundo Álvaro, o interesse do público deve acompanhar a expansão. “Não adianta eu fazer futebol para três ou quatro mil pessoas. Aumentar para 20 mil pessoas se eu não tenho esse público que compareça ao Germano Krüger”, explica. "O Operário só vai ser forte se a população encampar isso", completa.

Ele destacou, ainda, que o possível acesso à primeira divisão é benéfico para Ponta Grossa como um todo. “Se a gente subir para a Série A de Brasileiro, vamos ter Flamengo, Palmeiras, vários times jogando aqui. Movimenta o comércio, os hotéis, é bom para a nossa cidade”, observa.

Foto: André Jonsson/OFEC

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