O que disse Luizinho Lopes após a vitória convincente do Operário sobre o Goiás
Luizinho Lopes elogiou o Operário após vitória por 3 a 0 sobre o Goiás, destacando a eficiência ofensiva (gols de Berto e Diniz) e a solidez defensiva. Celebrou o placar elástico e o saldo ajustado, mas manteve os pés no chão.
Após vitória por 3 a 0 contra o Goiás, no Estádio da Serrinha, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, o técnico do Operário, Luizinho Lopes, não poupou elogios ao desempenho da equipe: “Fizemos por merecer o jogo todo”.
RESUMO
Luizinho Lopes enaltece desempenho ofensivo e defensivo contra o Goiás;
O técnico do Operário destaca a capacidade de alargar o placar e sustentar o resultado;
Luizinho celebra a vitória, mas também mantém os pés no chão.
Equilíbrio entre ataque e defesa
Com três gols no primeiro tempo, dois marcados por Berto e um por Diniz, Luizinho destacou a eficiência das finalizações alvinegras neste domingo (21). “Nós fomos muito pontuais em três golaços”, celebra.
O comandante do Fantasma reforçou a importância de não sofrer gols, além de construir um placar elástico durante os 90 minutos. “Fiquei feliz com os gols e feliz por não ter sofrido gol. Nós precisávamos ajustar o nosso saldo”, diz.
Luizinho relembra, ainda, a última derrota pela Série B, contra o Botafogo-SP. No duelo, o time de Vila Oficinas também abriu o placar, mas sofreu a virada por 2 a 1 no segundo tempo. Contra o ‘Verdão’, contudo, a postura foi diferente. “Hoje novamente a gente saiu na frente, conseguiu alargar e sustentar”, pontua.
Pés no chão
Embora o resultado seja positivo, assim como o recorte recente da equipe, com três vitórias em cinco jogos, Luizinho Lopes prefere manter os pés no chão. “A Série B é uma competição contínua, não dá para se empolgar, mas dá para se alegrar e para adquirir confiança em cima de uma vitória”, defende.
Recuperação de jogadores
O técnico pondera que resgatar a confiança e o bom desempenho dos atletas ao longo da competição é essencial. Berto, que marcou dois gols contra o Goiás, não balançava as redes desde a 4ª fase da Copa do Brasil. “A competição oscila coletivamente e oscila individualmente. Nós temos que ter paciência para recuperar os jogadores”, completa.
Foto da capa: André Jonsson/OFEC