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Luizinho define empate do Operário com Náutico nos Aflitos como ‘merecimento’

Luizinho Lopes valorizou o empate do Operário por 3 a 3 com o Náutico, nos Aflitos, após dois gols nos acréscimos, e destacou o ponto conquistado fora de casa.

Luizinho define empate do Operário com Náutico nos Aflitos como ‘merecimento’
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O técnico do Operário, Luizinho Lopes, enalteceu o empate heroico do Fantasma, pelo placar de 3 a 3, diante do Náutico no Estádio dos Aflitos. Com dois gols marcados nos acréscimos, o treinador valorizou o ponto conquistado fora de casa: “Trouxe um sentimento de merecimento para o nosso trabalho. Um ponto vai fazer a diferença”.

Pressão do ‘Timbu’

Após o Náutico abrir o placar com 56 segundos de jogo, com Vinícius, os primeiros 30 minutos do duelo foram marcados pela intensa pressão do time da casa. “Eles vieram encaixando individualmente os nossos três médios. Eles foram felizes nessa pressão, nós tivemos muita dificuldade no início do jogo”, reconhece Luizinho.

Foi somente no fim da primeira etapa, após o crescimento do Fantasma no confronto, que Diniz balançou as redes para igualar o marcador.

Garra até o apito final

O equilíbrio no placar persistiu até os 83’ do tempo regulamentar, momento em que Jean Carlos, de pênalti, anotou o segundo do ‘Timbu’. O terceiro gol veio logo em seguida, aos 88’, com Danielzinho. “Até o pênalti nós éramos bem melhores, acho que o campo é que estava pendendo para o lado de lá”, observa.

Os acréscimos, contudo, reservaram fortes emoções ao torcedor alvinegro. Boschilia, de falta, descontou o placar aos 94’ e Cuenú, no último instante de jogo, foi o responsável por marcar o gol que assegurou o empate. “Há pouco tempo a gente sofreu uma derrota agressiva, sofrendo dois gols nos acréscimos, contra o Avaí, dentro de casa. Hoje nós fomos agraciados e fizemos dois gols, um atrás do outro, em poucos minutos”, celebra.

Desgaste físico e lesões

Ao ser questionado sobre a decisão de começar a partida com Maxwell, ao invés de Berto, Luizinho esclareceu que o desgaste físico do cabo-verdiano gerou preocupação. “Ele sentiu um desconforto na posterior. Como ele é um jogador de explosão, nós fizemos um exame e não deu nada grave. Diminuímos o volume de jogo para ele não ‘sprintar’ fadigado”, revela.

No caso de Moraes, que saiu machucado no fim do primeiro tempo, não há definição da gravidade da lesão. “Ele falou que foi mais um acidente, a perna dele foi puxada e houve uma hiperextensão ali que nos preocupa”, acrescenta.

Foto: Giovani Baccin/OFEC

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